segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Tenho que manter minha boca fechada para não vomitar... mas já sinto o cheiro de gissele velha, gissele putrefata .. é o vômito que tento fagocitar...  Tantas gisseles já me aparecem... onde muitas entram em meu corpo, e quando bem aceitas, realizam sua metamorfose... Algumas, de fato, transformaram o meu jeito ou me transformei nos seus ... mas é essa já putrefata?  Meu corpo não quer aceita-la contudo, a minha mente, se aprisiona a ela.. E é de pensar nela todo o tempo que penso em não pensar, mas estão estou pensando.. Tens algo para tomar que passe esse enjoo? Quem sabe gisselicinina? Mas talvez seja um virose... E eu seja uma colônia de vírus... em plena metamorfose..    

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013



"Minha tão jovem vida (23 anos) e seu rito de passagem: O vestibular. Em um tempo nem tão distante (4 anos atrás), 10 dias antes dessas provas, correndo, minha carótida manda parar-me, e eu a respondo em coma num hospital. Minha vida recomeçou, porém, agora, em duas mãos; ou seja, entre fraldas e sondas literalmente recomeçando a viver, quando acordada do meu sonho induzido, minha cabeça com seu sonhos em desvaneio, chamando todos com o mesmo nome, uma palavra continuou inapta: meu vestibular. Pois é essa a outra via, contudo, diferente de acordar como um bebê, estou na via da volta, debatendo-me com um bando de "coisas", sinto-me cada vez engatinhando no vestibular. E te digo: como é bom estar em uma rota diferente. Estudei de uma forma que talvez não conseguisse mais. Meu corpo já estava se entregando, porém, uma das principais batalhas venci: o choque que a minha cabeça tinha em brigar com o mesmo que minha carótida combinou para me tirar da jogada."
Isto é um ponto de fuga? Minha cabeça se convenceu em aceitar essa história para diferenciar-se, causar pena e me refugiar? Bueno, não PASSEI. Pois bem, esse ano, talvez, invente eu uma história mais engraçada a fim de aparace-se com o realismo fantástico: entre um homem com duas cabeças entregou-me uma fada gravida que disse: posso parir uma carótida a qualquer momento para que assim meu esposo tenha mais uma mão...". Sim, é um bom começo. Hahaha. Quer saber? Ahh não! Não quisera saber mais de uma pessoa fracassadas que parou 10 dias antes do seu maior rito de passag... [estou de férias, meu ano começou agora. Feliz Ano-novo meus amados que lêem esse blog!]

domingo, 4 de novembro de 2012

Sei que ninguêm mais vem aqui. Tive que tentar me achar; não obstante, o que eu procuro, não esteja em mim. Contudo, se escrevo, posso achar em outros algo em comum, caso agrade esse. Só as palavras mágicas que escrevo/penso revigoram o meu existir.

Que saudades das pessoas desconhecidas que tanto me acarinham quando aqui estou.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Ví uma foto/comentário que fez eu me sentir um 0. Desumana. Não sei quem eu sou. Talvez a pessoa mais triste ou a mais feliz. Hipocondríaca de merda. Estou tão ciente do mundo e inconsciente de mim. Mataria qualquer binômio que aparecesse na minha frente. E quem era aquela pessoa "constantemente inconstante"? Tenho medo de fazer algo que faça alguma "COISA" sofrer. Acho que sou mesmo um "0". Somente não seu de que lado do numeral queira eu estar. Minha cabeça dói - Hipocondríaca? Irônica?...

Ass: Bloguei-"0"-ra.

domingo, 6 de novembro de 2011

Tem algo tento de mim que não cala a boca; Mesmo essa boca sendo a minha. Quisera esse se chamar de "UE". Meu contrário. Às vezes, quando tento me conciliar torna-se mais soberbo. Falho em querer desculpar-me por algo que não fiz e sem sequer saber o que por mim foi feito. Erudito em fazer me sentir mal... ou má.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011


Espero que dessa vez esta postagem vá... Sim, escrevi muitas vezes, mas sempre acho algo de ruim (sonhador, seria de mais, imatura...) no que escrevo. E agora José? To com muitas ideia mas sem nenhuma em mente. Hmm! Sobre o plano de fundo que está em minha ela? Poise, "simbora". Essa imagem lembra meu banho.Onde eu entro e coloco meu rosto debaixo da aguá e deixo ir para o bueiro a máscara que esse veste. Tomo banho com a luz apagada. Não com medo que alguém veja, mas porque não estou preparada para verem o meu rosto... minhas costas... seio.. embora eu também não queira que me vissem . Momento que é só meu . Vejo quão bom é molhar os olhos. Colocando a cabeça para cima e sentir que alguém faz força para que não os abram mas no fundo sabendo que a qualquer momento posso abri-los. Ficar sem respirar por 5 segundos, 6... 7!Sentir sufocar! E depois dar-se conta que TU ao tirar o rosto da água pode respirar.O quão bom e deixar a água molhar seus ombros e deixá-la de carregue, ao menos naquele momento, o seu peso diário . Sentir como é bom o seu próprio toque. Esse que desliza sobre os ombros, a barriga.. A água deixa tudo tão macio, deslizante. Deixar que ela molhe meus cabelos tornando mais pesados como se alguém os puxassem. Ouvir a sua voz como se fosse uma ópera e sentindo-se a poderosa por não deixar ninguém estrar na platéia. Ouvir toda a sinfônica que é o próprio banho. Um chocalho ao lavar a cabeça. Tocar o violino em quando se ensaboa.Um violão ao desembaraçar os cabelo e então deixando tocar o trombete quando os torce, ouvindo mais forte o barulho de água. Enfim, imaginar que as gotas são uma platéia escondida e se sentir o maestro quando desliga a torneira.

sábado, 2 de julho de 2011

"Como uma planta murcha em um vaso exótico no canto da garagem onde ficam objetos que não servem para o momento".Sinto-me assim. Uma planta que não pega sol e esta sem flores. Essa planta que não atrai ninguém, ou até atrai. Atrai alguém que gosta do vaso, mas logo se desfaz de tal curiosidade por ver o quanto está velho e despintado. Então fico ali, no canto mais impróprio da casa. O último lugar aonde deveria estar. Ao lado das coisas que, no momento, "não tem serventia". Mas o pior seria se estivesse no lixo [ainda me sobra um pouco de dignidade]. Ás vezes, alguém abre a porta para colocar algo ou mesmo arrumar a parte "da bagunça". Naquele momento que aproveito para tomar um ar diferente. Mas logo, lá estou novamente. Penso quando tempo falta para alguém acha "o uso" dessa planta. Se soubessem a beleza da flor que dou. No entanto, quando penso em florescer, já me isolaram. Na garagem não passa vento. Nem sol, pois não há uma janela. O ar é viciado. Planta problemática. Planta claustrofóbica. Planta que vai puxando os problemas dos outro e o seu. Pois é claro! Como um Vídeo cassete de 50 anos ficará em cima de uma Bíblia, sendo esta, pelas convenções Cristãs, a palavra do Senhor"... E vou absorvendo... Espinhos saem na minha pele embora não sejam são bem vistos... quiça minha proteção. Alem do mais são a condição que encontrei em somatizar tudo....Enfim, um “belo” cactos em seu vasinho exótico...